A avaliação neuropsicológica é indicada quando há a necessidade de compreender o que está por traz de dificuldades cogntivas e comportamentais.
É um processo clínico especializado que investiga como o cérebro está funcionando, a partir do comportamento, emoções e capacidades cognitivas. A avaliação Neuropsicológica permite embasar diagnósticos e oferecer orientações e encaminhamentos adequados de forma individualizada e consistente.
Quais áreas são avaliadas na Avaliação Neuropsicológica?
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Porque escolher a Neuropsicóloga Neuza Miranda?
Escolher a neuropsicóloga Neuza Miranda é optar por um atendimento técnico, acolhedor e comprometido.
Com formação em Psicologia pela UFMT e especialização em Neuropsicologia, Terapia Cognitivo-Comportamental e Análise do Comportamento Aplicada (ABA),
Neuza alia conhecimento científico à escuta empática.
Seu trabalho é guiado pelo respeito à singularidade de cada indivíduo e pelo propósito de promover autoconhecimento, funcionalidade e qualidade de vida.
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Conheça Mais Sobre o Trabalho da Neuropsicóloga
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Durante muito tempo, a narrativa foi moral. “Falta foco.” “Falta disciplina.” “Falta esforço.” Mas, em muitos casos, o que existe é um funcionamento executivo diferente que exige estratégias diferentes. Funções executivas são responsáveis por: • planejamento • organização • iniciação de tarefas • regulação da atenção • gestão do tempo Quando essas funções apresentam fragilidade, a pessoa pode: Saber o que precisa fazer e querer fazer, mas não conseguir executar de forma consistente. Isso não é falha de caráter. É padrão de funcionamento. E quando o ambiente exige produtividade constante, múltiplas demandas e organização simultânea, o prejuízo se torna mais evidente, principalmente na vida adulta. Compreender o funcionamento não é buscar desculpa. É buscar estratégia. Avaliar organiza hipóteses. Intervir ensina manejo. Entender o funcionamento abre caminhos.Button
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Avaliação neuropsicológica é um processo técnico e estruturado. No vídeo respondo 3 dúvidas sobre como ela funciona.Button
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Durante anos, muitas pessoas cresceram acreditando que o problema era falta de esforço. “Se organizasse melhor.” “Se tivesse mais disciplina.” “Se realmente quisesse.” Mas, do ponto de vista clínico, preguiça é ausência de vontade. Em muitos casos, o que existe é dificuldade em funções executivas: como iniciar tarefas, manter foco, planejar etapas, regular tempo e sustentar esforço mental. A pessoa quer fazer. Ela sabe o que precisa fazer. Mas falha na execução. Isso não é falha de caráter. É um padrão de funcionamento que precisa ser compreendido. Neurodivergência não é desculpa. É uma forma diferente de funcionamento que, quando identificada, pode ser manejada com estratégias adequadas. Avaliar organiza o entendimento. Intervir ensina novas formas de lidar com o próprio padrão. Entender o funcionamento abre caminhos.Button
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Desatenção faz parte do desenvolvimento. Cansaço, tédio e desinteresse também. Mas quando a desatenção é: • persistente • ocorre em mais de um ambiente • interfere no desempenho escolar • impacta autoestima • gera conflitos frequentes não estamos mais falando de algo pontual. Do ponto de vista clínico, o que diferencia não é a intensidade do comportamento. É o prejuízo funcional ao longo do tempo. Antes de rotular ou minimizar, é preciso compreender o padrão. A avaliação organiza o entendimento. A intervenção ensina estratégias. Entender o funcionamento abre caminhos. — Psicóloga | Neuropsicóloga Avaliação neuropsicológica (6+) Psicoterapia TCC – adolescentes e adultosButton
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Nem toda criança agitada tem TDAH. E nem toda criança quieta está bem. A agitação pode ser temperamento, imaturidade, ansiedade ou apenas energia compatível com a idade. Mas o silêncio excessivo também pode esconder: • desatenção predominante • dificuldade de compreensão • ansiedade • baixa autoestima • sofrimento emocional • esgotamento por fracassos repetidos O TDAH não se resume a hiperatividade. Ele envolve padrões persistentes de desatenção e/ou impulsividade que geram prejuízo funcional. E o mais importante: não é intensidade que define. É impacto na vida acadêmica, social e emocional. Avaliar não é rotular. É compreender o funcionamento para intervir com precisão. Diagnóstico explica. Intervenção transforma. Se você percebe prejuízo consistente no desempenho ou no comportamento do seu filho, a investigação adequada evita anos de culpa e interpretações equivocadas. — Neuza Miranda Psicóloga | Neuropsicóloga Avaliação neuropsicológica (6+) Psicoterapia TCC – adolescentes e adultosButton
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