pSicoterapia e avaliação NEUROPSICológica EM CUIABÁ
Atendimento voltado para dificuldades de aprendizagem, atenção, memória, comportamento, ansiedade, suspeita de autismo (TEA) e outras condições do neurodesenvolvimento.
A Avaliação Neuropsicológica
auxilia na compreensão diagnóstica e no direcionamento terapêutico.
01
Recebeu encaminhamento do seu médico ou psicólogo?
02
Suspeita de Autismo, TDAH ou outra neurodivergência?
03
Dificuldades de memória, organização ou atenção?
04
Dificuldades de aprendizagem e reclamações frequentes da escola?
Avaliação Neuropsicológica é uma investigação que integra histórico de vida, queixas atuais, desempenho em testes psicológicos e critérios diagnósticos.
O objetivo é oferecer clareza diagnóstica e direcionamento adequado para acompanhamento médico, terapêutico ou educacional, quando necessário.
Ao final, é elaborado um laudo técnico detalhado, que pode ser utilizado para fins clínicos, escolares ou terapeuticos.
O que é avaliado:
> Atenção;
> Memória;
> Concentração;
> Habilidades Sociais.
> Linguagem;
> Inteligência (QI);
> Personalidade.
> Funções Executivas;
> Velocidade de Processamento;
> Afetividade.
Como Funciona a Avaliação Neuropsicológica?
Agendamento rápido
Contato rápido e fácil pelo Whatsapp
Pagamento Facilitado
Avaliação Neuropsicológica em até 10 vezes no cartão
Atendimento Personalizado
Horários de atendimento flexíveis

Neuza Miranda Silva - CRP 18/07170
Neuropsicóloga
Formada pela UFMT e especialista em Neuropsicologia, Avaliação Psicológica, Terapia Cognitivo-Comportamental e Análise do Comportamento Aplicada (ABA), Neuza atua com psicoterapia e avaliação psicológica e neuropsicológica.
Seu trabalho envolve compreender o funcionamento cognitivo, emocional e comportamental de cada pessoa, respeitando sua história, características e necessidades.
"Compreender como uma pessoa funciona é um passo importante para encontrar caminhos mais adequados para o seu desenvolvimento, autonomia e qualidade de vida."
Será uma honra encontra-lo
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Quando pensamos em TDAH, é comum imaginar a criança que não para sentada, interrompe o tempo todo, esquece as coisas ou não presta atenção. Mas o TDAH pode aparecer de maneiras menos óbvias. Pode estar naquela criança que demora para começar uma tarefa mesmo sabendo o que precisa fazer. Naquela que precisa se movimentar para conseguir prestar atenção, que fica muito irritada quando precisa parar uma brincadeira de que gosta ou que parece não conseguir desacelerar nem quando está cansada. Pode aparecer como a capacidade de ficar totalmente envolvida por aquilo que desperta seu interesse, enquanto atividades menos estimulantes parecem exigir um esforço enorme. Isso pode confundir os adultos: “Se ele consegue passar horas fazendo isso, por que não consegue fazer a tarefa?” Atenção não é apenas uma questão de querer ou não querer. É importante lembrar: ter algumas dessas características não significa ter TDAH. O diagnóstico considera a história da criança, a persistência dos sintomas, diferentes ambientes e os prejuízos no funcionamento. Por isso, antes de chamar de preguiça, desinteresse ou falta de esforço, vale perguntar: “O que está dificultando que essa criança faça aquilo que esperamos dela?” Observa alguma dessas situações ao seu redor? #TDAHInfantil #TDAH #PsicologiaInfantil #Neuropsicologia #psicologaemcuiabaButton
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Nem todo comportamento difícil é falta de vontade. Quando olhamos apenas para o comportamento, é fácil concluir que a criança “não quer”, “não se esforça” ou “é preguiçosa”. Mas quando mudamos a pergunta, conseguimos investigar o que está por trás daquela dificuldade — e pensar em estratégias que realmente ajudem. Antes de cobrar mais, tente compreender melhor. 👉 Salve este post para lembrar disso quando uma situação difícil aparecer em casa. #TDAHInfantil #TDAH #PsicologiaInfantil #Neuropsicologia #PsicoeducaçãoButton
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Nem toda dificuldade é falta de esforço. Quando compreendemos o TDAH, deixamos de olhar apenas para o comportamento e começamos a investigar o que está por trás dele. Porque compreender não significa facilitar. Significa encontrar formas mais eficazes de ajudar. #TDAH #TDAHInfantil #Psicoeducação #Neuropsicologia #PsicologiaInfantilButton
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“Mas ele consegue ficar horas no celular!” Essa comparação parece fazer sentido, mas atenção e concentração não funcionam da mesma maneira em todas as atividades. Entender o que torna uma tarefa difícil para a criança é muito mais útil do que simplesmente cobrar que ela se concentre. #TDAHInfantil #DificuldadesDeAprendizagem #PsicologiaInfantil #Neuropsicologia #ParentalidadeButton
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A criança começa uma atividade querendo terminar. Mas se distrai. Interrompe. Esquece o que estava fazendo. Começa outra coisa. E, quando percebe, deixou mais uma tarefa pela metade. Depois de viver isso muitas vezes, ela pode começar a construir uma conclusão dolorosa sobre si mesma: “Eu não consigo.” “Eu sou desorganizado.” “Eu nunca termino nada.” E é aí que a dificuldade deixa de estar apenas na tarefa e começa a atingir a forma como essa criança se enxerga. Por isso, quando uma criança apresenta dificuldades persistentes para iniciar, manter ou concluir atividades, vale olhar além do comportamento. Antes de cobrar mais, precisamos entender o que está tornando tão difícil fazer aquilo que ela gostaria de conseguir fazer. #TDAH #TDAHInfantil #Neuropsicologia #AvaliaçãoNeuropsicológica #psicologiainfantilButton
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Nem sempre uma criança consegue dizer: "Estou frustrado." "Isso está difícil para mim." "Eu não estou conseguindo acompanhar." "Eu não sei como lidar com o que estou sentindo." Às vezes, ela demonstra tudo isso através do comportamento. Ela se irrita, enfrenta, chora, se recusa, grita, não obedece, não consegue ficar quieta... E quando olhamos apenas para o comportamento, é fácil pensar que ela está sendo difícil. Mas quando começamos a olhar para o que existe por trás dele, a nossa forma de responder também muda. Isso não significa deixar de colocar limites. Significa entender o que aquela criança está tentando comunicar através do comportamento para que o adulto possa ajudá-la a desenvolver outras formas de lidar com aquilo. Criança não vem ao mundo sabendo explicar o que sente. Muitas vezes, o comportamento é a linguagem que ela encontrou. E antes de perguntar "como faço meu filho parar de fazer isso?", talvez valha perguntar: "O que ele está tentando me dizer?"Button
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TDAH não se apresenta da mesma forma em todas as crianças. Algumas são inquietas e impulsivas. Outras são mais quietas e desatentas. E algumas apresentam as duas dimensões. Por isso, antes de concluir, é preciso compreender.Button
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Você quer apenas ajudar seu filho. Eu sei. Quando ele apresenta dificuldades na escola, é natural pensar em fazer mais: colocar no reforço, contratar um professor, aumentar os estudos, cobrar um pouco mais... A intenção é boa. Você quer que ele desenvolva todo o potencial que sabe que ele tem. Mas existe algo que precisamos observar com cuidado: o que seu filho está aprendendo sobre ele mesmo nesse processo? Uma criança que passa muito tempo ouvindo que precisa se esforçar mais, que poderia fazer melhor ou que está ficando para trás pode começar, aos poucos, a acreditar que existe alguma coisa errada com ela. E isso é especialmente delicado quando estamos diante de uma criança inteligente e capaz, mas que enfrenta alguma dificuldade específica. Ela pode estar se esforçando muito mais do que os adultos conseguem perceber. Por isso, antes de aumentar ainda mais a cobrança, talvez seja importante parar e perguntar: "O que está tornando isso tão difícil para o meu filho?" Porque ajudar uma criança não é apenas fazer com que ela tenha um bom desempenho. É também cuidar para que ela cresça sabendo que dificuldade não significa incapacidade. E que ela não precisa passar a vida inteira tentando provar que é boa o bastante. Compreender antes de cobrar também é uma forma de cuidar.Button
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"Meu filho tem TDAH ou o problema é o excesso de telas?" Essa é uma dúvida muito comum entre os pais. E a resposta é: não dá para saber apenas observando alguns comportamentos. O uso excessivo de telas pode, sim, levar a dificuldades de atenção, impulsividade e irritabilidade. Mas esses sinais, por si só, não são suficientes para confirmar um diagnóstico de TDAH. Ao mesmo tempo, uma criança com TDAH também pode ter os sintomas intensificados pelo excesso de telas. Por isso, a pergunta mais importante não é: "É TDAH ou tela?" A pergunta é: "O que está causando essas dificuldades?" É quando compreendemos a origem do problema que conseguimos oferecer à criança a ajuda de que ela realmente precisa. 🤍 Compreender vem antes de concluir.Button
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